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Miliuma

insónias | ideias | publicações

#142 gula - ep.16

 

Recebi uma caixa em casa cheia de produtos graficamente bonitos. Defensora de projectos nacionais e produção portuguesa, fiquei curiosa e arranjei logo apetite para experimentar. Eufemismos, claro. O apetite, deste lado, nunca cessa.

 

Depois, uma chamada. No meio da simpatia da conversa, a frase: só queremos é que gostes, não precisas de promover, não precisas de fazer posts, nós oferecemos sem esperar nada em troca. A isto, em bom português, chama-se: cereja no topo do bolo. Que bonito!

 

Assim começou a minha paixão pela ISWARI. Até às meninas personal trainers do ginásio já andei a mostrar o site de uma ponta à outra. Já disse que é português? Não preciso de me alongar. Não que não queira, mas o projecto diz tudo.

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#139 gula - ep.14

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De volta ao continente, neste mar de mudanças, visitei o Panorama lisboeta. O conhecido bar com vista magnífica sobre a capital da luz (não confundir com Paris, esta luz é mais fixe) tem um dos restaurantes com menu de degustação mais surpreendentes que já experimentei. Diz quatro pratos e contei treze mais o couvert, ou seja, catorze. Como sou boa a matemática, eu sei. Não é surpreendente só por si, dizer quatro momentos e ter dez de bónus?

 

 

#137 gula - ep.13

 

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À porta do hotel, um senhor bem parecido esperava com o seu jipe e um sorriso vestido. Enquanto falava sobre a ilha do Porto Santo, subia as montanhas com a destreza de quem as conhece de cor, mesmo nos dias de nevoeiro cerrado. Quando parou o carro, voltou a sorrir e percebeu que ficámos deslumbrados com a vista. Sim, só podia chamar-se Panorama.

 

 

#135 gula - ep.12

 

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Com o jardim do Casino aos pés da esplanada, dificilmente encontro um lugar mais belo para se jantar neste verão, a meia hora de casa.

 

Dizem que é o (restaurante) Chinês mais chinês de Lisboa e arredores. O Estoril Mandarim, no piso inferior do Casino Estoril tem um atendimento irreprensível e estava lotado de pessoas aparentemente chinesas que, das duas uma, ou eram jogadoras do Casino e sabia-lhes bem ler um menu em mandarim ou aprovam este restaurante e isso, convenhamos, é muito bom sinal. Independentemente de aprovações tais, o Estoril Mandarim está aprovado por mim e para mim. Comi um fabuloso ninho de gambas e a S. uma carne com gengibre e cebolinho como nunca havia experimentado (nem ela, nem eu!).

 

No Zomato diz que o custo médio é de 75€ por duas pessoas, mas eu e a S. comemos até ficarmos satisfeitas e não pagámos mais de 20. Há pratos para todos os bolsos e sei que se um dia decidir gastar mais um pouco neste restaurante, não será em vão. A par do The Old House, foi o melhor chinês onde já comi. Next stop: China? Não, adoro viajar mas continuo a preferir as surpresas do Estoril às minhas dúvidas sobre Pequim. Por cá, Portugal, ainda há muito por descobrir.

 

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PS - No final da refeição, corram ao átrio principal e comprem um bilhete para o belíssimo (belíssimo!) espectáculo dos Feist - LET THE SUNSHINE IN - um musical que me deixou, literalmente, de lágrima presa.

 

Estoril Mandarim Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

#130 gula - ep.11

 

Este será provalmente o post mais pequeno que já escrevi. Mas não há problema, é um keep it simple mais que justo.

A atualização sobre este maravilhoso espaço virá em breve, certamente.

 

Bulgur. Sim, eu, a fã do bife tártaro e dos magrets de pato, pedi bulgur e comi das refeições mais deliciosas do ano.

Simples, barato, bem servido, bem frequentado. A Sagrada Família tem mais uma fã, ateia e carnívora.

Tenho a dizer que: o Bulgur vinha enfeitiçado, pois desde então não páro de pesquisar sobre comida vegetariana.

Bulgur, vou ter voltar para ti, querido. 

 

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 ©lifecooler.com

 

Água na boca?

Aprendam a cozinhar bulgur aqui!

 

Sagrada Família Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

#128 costa alentejana e vicentina II

 

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Capítulo anterior: costa alentejana e vicentina I

 

O ferry parte daqui a uns minutos. Que sorte, pensámos. Comprámos dois cartões lisboa viva e seguimos viagem. (Pelos vistos, é possível levar cartões lisboa viva pré-carregados.) Enquanto esperávamos, ciganos simpáticos diziam: não têm medo de ciganos, pois não? Então levem lá estes óculos a vinteurinhos. A polícia uns passos à frente e a vontade era perguntar, a um dos dois, ou ciganos ou polícia, como é que isto acontecia.

 

 

#127 gula - ep.10

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Tinha cinco compromissos neste dia. Nos dias à volta, quase nenhum. Lei da atração, pode dizer-se, se a dilatarmos a tanto. Um dos compromissos era a festa de aniversário do Chévere, no Saldanha. O primeiro aniversário, com festa e música e apresentação da nova carta, convite do Zomato Gold a todos os seus aderentes.

 

 

#124 gula - ep.9

 Japão, anseio-te.

 

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Aparte sobre viagens:

Ontem jantei com uma amiga que esteve duas vezes no Japão, recentemente. Falámos sobre tudo menos sobre isso, um disparate. Tenho quinhentas perguntas (quase literalmente), uma vontade enorme de embarcar já para a semana e levar comigo uma câmara, um smartphone e um bloco de notas, para registar tudo. É muito dinheiro, há-que saber gerir a visita. Prometo, portanto, partilhar todas as dicas, seja antes ou depois de um dia lá colocar o pé.

 

 

#122 gula - ep.8

 

Tenho uma óptima Nitricionista e ela é a primeira a dizer-me que, com equilíbrio, devo experimentar tudo, para ver com o que é que me sinto melhor. Como tudo, neste fado desgraçado no nosso jardim à beira-mar plantado, o que funciona para uns não funciona para todos. Assim, comecei a ler sobre dietas e a que me encantou mais foi a dieta do paleolítico, embora não compre essa ideia de que temos que comer como os nossos antepassados, aliás, bom, enfim, sem comentários - mas que de facto a minha tia emprestada está com um corpo espectacular e magra com o paleo, lá isso está. E porquê? Porque, por exemplo, se cortam leguminosas quando se comem proteínas e se cortam comidas processadas e açúcares e isso não é só a Paleo, mas bom, vamos lá experimentar. E experimentei e comecei a desinchar mas não estava a sentir-me óptima com a ideia de ingerir tanta gordura nem tanta carne. Conclusão: o meu coração agradece e o planeta também. Fiz um workshop/masterclass do qual falei aqui e fiquei também interessada em coisas com o flexitarianismo, mas cada vez que falo ao meu Chef que penso cortar quase por completo na carne, sinto que o abandono nesta parceria de comedores de entrecosto suculento como só nós.